Dá pra ser feliz sendo mortal. Imortalidade é para deuses. Somos humanos, temos de humildemente admitir. A finitude de nossa existência não é condição impeditiva da plena felicidade. Esse limite intransponível, inegociável e desconhecido que é posto à nossa expectativa de tempo tem de ser visto como incentivo para fazermos valer cada dia de nossas vidas. Só há sentido nas coisas que têm um fim. Nossa finitude também é condição essencial da civilização: sem mudança geracional, tudo seria do mesmo jeito para sempre. Para o bem ou para o mal.

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