A narrativa histórica do Prof. Carmona sobre o surgimento da atual Lei de Arbitragem merece atenção: ela revela muito sobre como leis são feitas, o jogo político para sua edição, quais interesses ela visa proteger (mesmo que isto, evidentemente, não seja explícito nos discursos e justificativas apresentadas para a edição de uma lei), as batalhas judiciais surgidas para abater leis que sequer entraram em vigência, a extensão de pedidos de vistas para geração de “clima” nos Tribunais que propicie um julgamento maduro da causa e muitas outras coisas. Importante, também, a informação de José Antônio Fichtner de que o Brasil é o 4º país em quantidade de arbitragens na Câmara de Arbitragem da CCI-Paris; se considerado apenas o valor das demandas arbitrais, estamos em 2º lugar. Algo interessante para a 7ª economia do mundo.

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